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O Plano Municipal de Saneamento Básico é um instrumento de planejamento fundamental para orientar as ações, metas e investimentos relacionados aos serviços de saneamento no município. Em Lavrinhas, o plano tem como finalidade contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população, a proteção da saúde pública, a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável da cidade.

O documento contempla diretrizes voltadas ao abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos, drenagem e manejo das águas pluviais urbanas. A partir desse planejamento, o município pode identificar necessidades, definir prioridades, organizar ações e buscar soluções que garantam serviços mais eficientes, seguros e acessíveis à população.

O saneamento básico está diretamente ligado à saúde, à dignidade e ao bem-estar das pessoas. Por isso, o plano busca orientar políticas públicas capazes de prevenir doenças, reduzir impactos ambientais, melhorar a infraestrutura urbana e rural e promover o uso responsável dos recursos naturais. Também reforça a importância da participação da sociedade, uma vez que o cuidado com a água, o descarte correto de resíduos e a preservação dos espaços públicos dependem do envolvimento de todos.

Por meio do Plano Municipal de Saneamento Básico, a Prefeitura de Lavrinhas reafirma seu compromisso com uma gestão planejada, responsável e voltada à melhoria contínua dos serviços públicos. O planejamento permite que o município avance de forma organizada, buscando soluções compatíveis com suas necessidades atuais e futuras.

A implementação do plano representa um passo importante para o fortalecimento das políticas de saneamento em Lavrinhas, contribuindo para uma cidade mais saudável, sustentável, limpa e preparada para oferecer melhores condições de vida à população

Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico de Lavrinhas

1ª Revisão do Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico de Lavrinhas

Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico | Maio de 2019

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Apresentação

A 1ª Revisão do Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico de Lavrinhas, elaborada em maio de 2019, contempla prioritariamente os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, com atualização das informações referentes aos serviços de resíduos sólidos urbanos e drenagem.

O Plano Integrado de Saneamento Básico de Lavrinhas foi instituído em 3 de julho de 2015 pela Lei Municipal nº 1.444/15. O documento foi elaborado com foco na universalização dos quatro serviços de saneamento básico: abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos urbanos, além da drenagem e manejo das águas pluviais urbanas.

O objetivo central é fornecer aos representantes municipais os instrumentos necessários para garantir à população o acesso aos serviços de saneamento básico, assegurar o uso sustentável dos recursos hídricos e preservar o meio ambiente.

O plano está vinculado às diretrizes nacionais para o saneamento básico, previstas na Lei nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007, que estabelece princípios, formas de prestação dos serviços, obrigatoriedade de planejamento, regulação, controle social e sustentabilidade econômico-financeira.

A revisão compreende o período de 2018 a 2047 e, conforme previsto em lei, deverá ser revisada a cada quatro anos.

Metas Gerais do Plano

  • Universalização do acesso aos serviços prestados.
  • Ampliação e máxima cobertura dos sistemas de saneamento.
  • Sustentabilidade ambiental da prestação dos serviços.
  • Uso racional dos recursos hídricos, com redução de perdas.
  • Proteção dos recursos hídricos.
  • Qualidade, regularidade e eficiência na prestação dos serviços.
  • Qualidade da água distribuída e dos esgotos tratados.
  • Coleta e disposição adequada dos resíduos sólidos.
  • Segurança, eficiência e continuidade operacional das instalações.
  • Eficiência no atendimento às ocorrências e reclamações.
  • Eficácia das ações emergenciais, preventivas e corretivas.

Dados Gerais do Município

Localização

Lavrinhas está localizada no extremo leste do Estado de São Paulo, no Vale do Paraíba. O município limita-se ao norte com Passa Quatro, em Minas Gerais, a leste com Queluz, a oeste com Cruzeiro e ao sul com Silveiras.

O principal acesso ao município é rodoviário, sendo aproximadamente 215 quilômetros de São Paulo pela Rodovia Presidente Dutra, a BR-116.

Caracterização Física

O município possui relevo montanhoso, com média de 508 metros acima do nível do mar. Em termos hidrológicos, os principais rios que cortam Lavrinhas são o Rio Paraíba do Sul, o Rio do Braço e o Rio Claro, além dos córregos do Veado, do Jacu, Coronel Horta, do Palmeiras, do Bracinho e da Divisa.

Lavrinhas está situada sobre Latossolo Vermelho-Amarelo e sobre rochas gnáissicas de origem magmática ou sedimentar de médio grau metamórfico, além de rochas graníticas desenvolvidas durante o tectonismo.

O município possui cerca de 22% de sua área total, aproximadamente 3.690 hectares, coberta por vegetação natural remanescente classificada como Floresta Ombrófila Densa.

Clima

Segundo dados utilizados no plano, o clima da região é caracterizado por temperatura média anual de 22,2°C, oscilando entre mínima média de 15,8°C e máxima média de 28,8°C. A precipitação média anual é de 1.520,5 milímetros.

O documento aponta variação sazonal da precipitação média mensal, com duas estações representativas: uma predominantemente seca e outra predominantemente chuvosa.

Unidades de Conservação

Lavrinhas possui parte de duas unidades de conservação de uso sustentável: a Área de Proteção Ambiental da Bacia do Rio Paraíba do Sul e a Área de Proteção Ambiental da Serra da Mantiqueira.

Dados Socioeconômicos

De acordo com o plano, Lavrinhas possui 7.051 habitantes distribuídos em área de 167,087 km², com densidade demográfica de 42,20 habitantes por quilômetro quadrado. A maior parte da população está localizada em área urbana, com taxa de urbanização de 93,88%.

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal de Lavrinhas, em 2010, foi de 0,729. O município aparece abaixo do IDH estadual, registrado em 0,783. O Índice Paulista de Responsabilidade Social classificou Lavrinhas no Grupo 5, correspondente aos municípios mais desfavorecidos em riqueza e indicadores sociais.

Economia

A economia municipal é composta por atividades agropecuárias, industriais e de serviços. O Produto Interno Bruto apresentou crescimento no período de 2002 a 2016, passando de R$ 31,44 milhões para R$ 104,69 milhões.

Sistema de Abastecimento de Água

Sistema Principal

O sistema de abastecimento de água de Lavrinhas é composto por captação superficial, Estação de Tratamento de Água, sete reservatórios, booster e rede de distribuição.

A captação é feita em barragem em nível no Rio do Braço, com tomada d’água direta e adutora de ferro fundido. O sistema possui outorga emitida pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica, DAEE, por meio da Portaria 515/2014.

Adução de Água Bruta

A adução de água bruta ocorre por gravidade, em tubulação de ferro fundido com diâmetro de 150 milímetros e extensão de 916 metros até a Estação de Tratamento de Água. O sistema não possui Estação Elevatória de Água Bruta.

Estação de Tratamento de Água

A Estação de Tratamento de Água de Lavrinhas é do tipo padrão, com processo convencional. O tratamento contempla as etapas de pré-cloração, coagulação, floculação, decantação, filtração, desinfecção e fluoretação.

A capacidade nominal da ETA é de 25 litros por segundo. A desinfecção é realizada em tanque de contato vertical por meio da aplicação de hipoclorito. As aplicações de flúor e coagulante são feitas com bombas dosadoras automatizadas do tipo peristáltica.

O monitoramento da qualidade da água é realizado na estação e registrado em boletim diário, com parâmetros como pH, turbidez, cor, cloro e flúor. A coleta e análise dos parâmetros determinados pela legislação ficam sob responsabilidade da concessionária.

O documento informa que a ETA se encontra em bom estado de conservação estrutural e de equipamentos, com automação local.

Adução de Água Tratada

A partir do reservatório localizado na ETA, a adução de água tratada é realizada até os centros de consumo, distribuindo para os reservatórios da Capela do Jacu, Pinheiros, Jardim Mavisou e Centro.

Há um booster após a saída da ETA para aumentar a pressão da água devido ao longo percurso até os reservatórios. Também existe um ramal que alimenta o loteamento Vista Verde, com abastecimento por elevatória.

Reservatórios

O sistema de abastecimento de água conta com sete reservatórios, com capacidade total de 650 metros cúbicos. O reservatório junto à ETA possui capacidade de 100 metros cúbicos e distribui água para os sistemas Capela do Jacu, Pinheiros, Jardim Mavisou e Sede.

  • Reservatório Capela do Jacu: semienterrado, em alvenaria armada, com volume de 50 m³.
  • Reservatório Pinheiros: semienterrado, em alvenaria armada, com volume de 50 m³.
  • Reservatórios Jardim Mavisou: um apoiado em concreto, com 100 m³, e dois de fibra com 100 m³ cada, totalizando 300 m³.
  • Reservatório da Sede: semienterrado, em concreto, com volume de 150 m³.

Avaliação dos Serviços

O planejamento do sistema de abastecimento de água considera metas de universalização, redução de perdas, segurança operacional, qualidade da água distribuída e regularidade no atendimento à população.

Sistema de Esgotamento Sanitário

O Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico contempla o sistema de esgotamento sanitário como um dos eixos centrais da política municipal de saneamento.

O documento apresenta a descrição do sistema principal, a avaliação dos serviços, a projeção de vazões de esgoto, além de programas, planos e outras ações necessárias para melhoria e ampliação do atendimento.

Estruturas do Sistema

A lista de fotos do documento registra unidades relacionadas ao sistema de esgotamento sanitário, incluindo EEE 9.A, ETE Capela do Jacu, ETE Pinheiros e ETE Sede/Mavisou.

Essas estruturas integram o sistema de coleta, afastamento e tratamento de esgoto do município, de acordo com a organização apresentada no plano.

Planejamento do Esgotamento Sanitário

O planejamento dos sistemas de esgotamento sanitário envolve formulação de propostas, pré-seleção de alternativas, programas, planos e ações necessárias para atendimento das metas estabelecidas.

O plano também considera indicadores como cobertura dos domicílios com rede de coleta de esgoto e índice de economias conectadas ao tratamento de esgoto.

Limpeza Urbana e Manejo de Resíduos Sólidos

O plano apresenta a limpeza urbana e o manejo de resíduos sólidos como componentes fundamentais do saneamento básico municipal. O documento aborda limpeza pública, resíduos sólidos domiciliares, resíduos sólidos inertes, resíduos de serviços de saúde e avaliação dos serviços.

Limpeza Pública

Os serviços de limpeza pública envolvem atividades relacionadas à manutenção urbana, varrição, coleta e destinação adequada dos resíduos gerados no município.

Resíduos Sólidos Domiciliares

Os resíduos sólidos domiciliares são tratados no plano com projeções de geração, reaproveitamento e cálculo da geração de resíduos não reaproveitáveis. O documento também prevê indicadores relacionados à coleta regular, coleta seletiva, reaproveitamento e destinação final.

Resíduos Sólidos Inertes

Os resíduos sólidos inertes, associados principalmente a entulhos e materiais de construção, são abordados com indicadores de reaproveitamento, destinação e qualidade de manejo.

Resíduos de Serviços de Saúde

Os resíduos de serviços de saúde são tratados como categoria específica, exigindo manejo, coleta, transporte e destinação adequados, devido às características de risco sanitário e ambiental.

Projeção da Geração de Resíduos

O plano apresenta parâmetros de cálculo, projeção de resíduos sólidos brutos, reaproveitamento de resíduos e projeção da geração de resíduos não reaproveitáveis.

Indicadores de Resíduos Sólidos

  • Indicador do serviço de coleta regular.
  • Indicador do serviço de coleta seletiva.
  • Indicador de reaproveitamento dos resíduos sólidos domiciliares.
  • Indicador da destinação final dos resíduos sólidos domiciliares.
  • Indicador de saturação do tratamento e disposição final dos resíduos sólidos domiciliares.
  • Indicador de reaproveitamento dos resíduos sólidos inertes.
  • Indicador da destinação final dos resíduos sólidos inertes.
  • Indicador do manejo e destinação dos resíduos de serviços de saúde.

Drenagem e Manejo das Águas Pluviais Urbanas

O sistema de drenagem e manejo das águas pluviais urbanas é um dos quatro componentes do saneamento básico contemplados pelo plano municipal.

O documento apresenta uma síntese da situação da drenagem urbana em Lavrinhas, avaliação dos serviços, programas, planos e outras ações necessárias, além de proposições específicas com estimativa de custos.

Planejamento da Drenagem Urbana

O planejamento do sistema de drenagem considera a necessidade de reduzir alagamentos, melhorar a condução das águas pluviais, organizar a manutenção da infraestrutura existente e estabelecer indicadores para acompanhamento da eficiência da gestão.

Indicadores de Drenagem

O plano apresenta indicadores de drenagem relacionados à institucionalização, eficiência da gestão, microdrenagem e macrodrenagem.

Estimativa de Custos

As proposições específicas para o sistema de drenagem e manejo de águas pluviais urbanas incluem estimativas de custos, com objetivo de orientar o planejamento financeiro e a execução de melhorias no sistema.

Projeção Demográfica e de Demandas

Projeção Demográfica

O plano apresenta projeções demográficas para embasar o planejamento dos sistemas de saneamento básico no período de revisão, compreendido entre 2018 e 2047.

As projeções são fundamentais para estimar a demanda futura por abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos e drenagem urbana.

Demandas de Água

A projeção das demandas de água considera parâmetros de cálculo, população atendida, produção, consumo e necessidade de ampliação ou adequação das estruturas existentes.

Vazões de Esgoto

As vazões de esgoto são projetadas a partir dos parâmetros de demanda de água, população e índices de atendimento, permitindo dimensionar ações e melhorias no sistema de esgotamento sanitário.

Geração de Resíduos

O plano apresenta projeções para resíduos sólidos domésticos, resíduos sólidos inertes e resíduos de serviços de saúde, considerando produção bruta, reaproveitamento e rejeitos não reaproveitáveis.

Objetivos e Metas

Objetivos

Os objetivos do plano estão voltados à universalização dos serviços de saneamento básico, melhoria da qualidade dos serviços prestados, sustentabilidade ambiental, eficiência operacional e atendimento adequado à população.

O documento define área atendível e metas específicas para os serviços de água, esgoto, resíduos sólidos e drenagem urbana.

Metas Propostas

As metas propostas incluem a universalização dos serviços, a ampliação da cobertura dos sistemas, a redução de perdas de água na distribuição, a melhoria no tratamento de esgotos, a destinação adequada dos resíduos sólidos e o aprimoramento dos sistemas de drenagem.

Metas de Universalização

As metas de universalização dos serviços buscam garantir que a população tenha acesso adequado e contínuo aos serviços públicos de saneamento básico, conforme os prazos e critérios definidos no plano.

Metas de Perdas de Água

O plano também estabelece metas específicas para perdas de água na distribuição, reforçando a importância do uso racional dos recursos hídricos e da eficiência operacional do sistema.

Ações Necessárias para Atingir os Objetivos e Metas

Ações Preliminares

O plano apresenta ações preliminares que devem ser desenvolvidas como base para a execução dos objetivos e metas estabelecidos, incluindo organização institucional, planejamento técnico e atualização de informações.

Ações Objetivas

As ações objetivas são divididas conforme os principais sistemas de saneamento básico:

  • Ações para o sistema de abastecimento de água.
  • Ações para o sistema de esgotamento sanitário.
  • Ações para o sistema de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos.
  • Ações para o sistema de drenagem e manejo de águas pluviais urbanas.

Ações Corretivas

As ações corretivas têm a finalidade de corrigir deficiências identificadas nos sistemas atuais, melhorar o desempenho operacional, reduzir riscos, ampliar a cobertura e elevar a qualidade dos serviços prestados à população.

Gestão de Água e Esgotos

O plano contempla ações específicas para o sistema de gestão de água e esgotos, buscando integração entre planejamento, operação, controle de perdas, atendimento à população e monitoramento dos resultados.

Fontes de Financiamento

O plano apresenta diferentes fontes de financiamento para viabilizar ações, obras, programas e melhorias nos sistemas de saneamento básico do município.

Fontes Indicadas

  • Tarifas, taxas, preços públicos, transferências e subsídios.
  • Recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, por meio do programa Saneamento para Todos.
  • Orçamento Geral da União.
  • Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES.
  • Fundo Estadual de Recursos Hídricos, FEHIDRO.
  • Outras fontes de financiamento disponíveis para o setor.

Essas fontes são apresentadas como alternativas para apoiar a implantação das ações necessárias e garantir a sustentabilidade econômico-financeira da prestação dos serviços.

Avaliação Sistemática da Eficácia das Ações Programadas

O plano prevê a avaliação sistemática da eficácia das ações programadas por meio de indicadores específicos para cada componente do saneamento básico.

Indicadores de Água e Esgoto

  • Índice de cobertura dos domicílios com rede de abastecimento de água.
  • Índice de cobertura dos domicílios com rede de coleta de esgoto.
  • Índice de economias conectadas ao tratamento de esgoto.
  • Índice de perdas totais por ligação na distribuição.

Indicadores de Resíduos Sólidos

Os indicadores de resíduos sólidos incluem avaliação da coleta regular, coleta seletiva, reaproveitamento, destinação final, saturação do tratamento e disposição final dos resíduos sólidos domiciliares, destinação de inertes e manejo dos resíduos de serviços de saúde.

Indicadores de Drenagem

Os indicadores de drenagem avaliam aspectos institucionais, eficiência da gestão, microdrenagem e macrodrenagem, permitindo acompanhar a evolução dos serviços e a necessidade de ações corretivas.

Plano de Ações de Contingência e Emergência

Objetivo

O Plano de Ações de Contingência e Emergência tem como objetivo orientar a atuação do município diante de situações que possam comprometer a prestação dos serviços de saneamento básico.

Agentes Envolvidos

O documento identifica a necessidade de articulação entre os agentes responsáveis pela operação dos sistemas, administração municipal, órgãos reguladores, prestadores de serviços e demais instituições envolvidas na resposta a emergências.

Ações de Controle e Prevenção

As ações principais de controle e caráter preventivo buscam reduzir a ocorrência de falhas, antecipar riscos operacionais, organizar respostas emergenciais e garantir a continuidade dos serviços essenciais.

Planos de Contingência por Serviço

  • Serviço de abastecimento de água.
  • Serviço de esgotamento sanitário.
  • Serviços de limpeza pública e manejo de resíduos sólidos urbanos.
  • Serviços relacionados a resíduos sólidos domiciliares.
  • Serviços relacionados a resíduos sólidos inertes.
  • Serviços relacionados a resíduos de serviços de saúde.
  • Sistema de drenagem e manejo das águas pluviais urbanas.

Recomendações Finais

O plano apresenta recomendações para os planos municipais de saneamento, reforçando a necessidade de revisão periódica, atualização das informações, acompanhamento das metas e fortalecimento da gestão integrada dos serviços.

1ª Revisão do Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico de Lavrinhas | Maio de 2019